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sábado, 14 de fevereiro de 2009

Erasmo Carlos - Mulher - 1981



Erasmo Carlos - Mulher - 1981

(Polydor / PolyGram)



Na Seguida Do Sucesso De
''Erasmo Carlos Convida",
O Tremendão Lança Este Outro
Álbum ''Obra-Prima"
Da Sua Carreira, E Que Foi O Seu Maior
Récorde De Vendas Na PolyGram.
Além Da Faixa Título ''Mulher",
Feita Em Parceria Com A Sua Mulher Narinha
(Á Quem Foi Dedicada Esse Álbum),
É O Lp Que Possui ''Minha Superstar"
(Da Dupla Erasmo & Roberto),
A Divertida ''Pega Na Mentira"




E A Regravação De ''Gatinha Manhosa"
E ''Feminino Coração De Deus",
Da Autoria Do Sérgio Sampaio.
''Mulher"
Acabou Sendo Um Dos Discos
Do Ano De 1981.
Foi Uma Ótima Fase Para
Erasmo Carlos.
E O Lp Fez Com Que Erasmo
Se Tornasse De Vez Um Dos
Maiores Da MPB.


1981 - Mulher (Polydor / PolyGram)


01 - Mulher (Erasmo Carlos / Narinha)
02 - Minha Superstar (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
03 - Pega Na Mentira (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
04 - A Lenda Do Ciúme (Rick / Erasmo Carlos)
05 - Filho (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
06 - A Carta Do Índio (Adaptação De Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
07 - Gatinha Manhosa (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
08 - Dor De Cabeça (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
09 - Feminino Coração De Deus (Sérgio Sampaio)
10 - Primogênito (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)




Baixar - Erasmo Carlos - Mulher - 1981


Observação: Este Disco Também Pode
Ser Encontrado Na Comunidade
''Música Da Mpb Ao Rock",Pelo Orkut.
Para Procurar Este E Outros Diversos
Álbuns,Clique No Link Abaixo:


Música da MPB ao ROCK




Musica da MPB ao ROCK

Argeu California Seixas

Erasmo Carlos - Amar Pra Viver Ou Morrer De Amor


Amar Pra Viver Ou Morrer De Amor

1982

(Polydor / PolyGram)



Maravilhoso, Este Álbum Lançado Em 1982
Foi Mais Um Da Fase De Sucesso De Erasmo
No Início Da Década De 1980.
É Em ''Amar Pra Viver Ou Morrer De Amor"
Que Se Vê A Transição Da Fase MPB Para
A Fase Rock, Que Iria Fazer Erasmo Recordar
Os Velhos Tempos Da Jovem Guarda Tanto
Como Estar Junto Com Uma Nova Turma
Que Iniciava A Mostrar Suas Caras.



Além Da Fiaxa-Título,Há Também A Balada
''Mesmo Que Seja Eu",''Noite Cheia"
(Versão De Uma Música Gravado
Por Erasmo Anos Antes),
O Samba ''Pão De Acúcar" E A Divertida
''Meu Boomerangue Não Quer Mais Voltar".
(Arthur Wisner Ferreira Torres).



Amar Pra Viver Ou Morrer De Amor
1982
(Polydor / PolyGram)



01 - Filosofia De Estrada (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
02 - Mesmo Que Seja Eu (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
03 - Meu Boomerangue Não Quer Mais Voltar (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
04 - O Fim Do Eco (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
05 - Geração Do Meio (Erasmo Carlos / Narinha)
06 - Amar Pra Viver Ou Morrer De Amor (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
07 - A História Dos Meus Sonhos (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
08 - Pão De Açúcar [Sugar Loaf] (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
09 - Noite Cheia (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
10 - Você Ou Não Você [Eis A Questão] (Erasmo Carlos / Roberto Carlos)
11 - Depoimento De Erasmo Carlos - Produção Da Entrevista João Augustyo & Sidney Oliveira

Baixar Pelo Rapidshare

Erasmo Carlos -
Amar Pra Viver Ou Morrer De Amor

1982


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Este Disco Também Pode Ser Encontrado
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Musica da MPB ao ROCK

Argeu California Seixas

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Erasmo Raridades


Créditos: Rubens Stone

Erasmo Raridades 2002

(Universal Music) [Erasmo Carlos]



Aqui Mais Um Disco Enviado
Pelo Grande Rubens.

Este Outro CD Bônus Do Box
Mesmo Que Seja Eu,

É Um CD Que Traz Raridades
Até Então Lançadas

Apenas Em Compactos
E Coletâneas,Como

''Chica Da Silva",
Da Coletânea

''Os Maiores Sambas-Enredo
De Toda A História"

(Philips,1971)


E As Faixas Dos Cds Da Coleção

''30 Anos De Jovem Guarda",
Em 1995.

O Grande Destaque Vai Para
''Vida Blue",

Que Foi Uma Das Faixas Da
Primeira Versão

Da Novela Roque Santeiro,
E Que Foi Censurada.


2002 - Erasmo Raridades (Universal Music)

  • 01 - Festa De Arromba
  • 02 - O Caderninho
  • 03 - Minha Fama De Mau
  • 04 - Vem Quente Que Estou Fervendo
  • 05 - Gatinha Manhosa
  • 06 - Sentado Á Beira Do Caminho
  • 07 - Chica Da Silva
  • 08 - Pai Sabe Tudo
  • 09 - Moço
  • 10 - Pessoa Nefasta
  • 11 - Capitão De Indústria
  • 12 - Noite Cheia
  • 13 - Baby
  • 14 - Vida Blue

BAIXAR PELO RAPIDSHARE
Erasmo Raridades



Observação : Este Disco Também
Pode Ser Encontrado Na Comunidade
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Créditos:Rubens Stone, Colaboradorar
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''MUSICA CAFONA E JOVEM GUARDA".
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Música da MPB ao ROCK




Musica da MPB ao ROCK

Aleyster Crowley Bernardo de Andrade

domingo, 18 de janeiro de 2009

Thundercross é o mesmo grupo conhecido por Rhapsody

Thundercross é o mesmo grupo de rock metal sinfônico
conhecido por Rhapsody e atualmente por Rhapsody of Fire.



Thundercross...???

Esta banda é mais conhecida por Rhapsody
e atualmente "Rhapsody of Fire" essa banda italiana
de metal sinfônico e power metal criada em 1993,
inicialmente chamava-se Thundercross, em 1995 foi
rebatizada com o nome Rhapsody e em 14 de Julho de
2006 mudou seu nome para Rhapsody of Fire devido a
problemas de direitos autorais e marca registrada.

Mesmo com o nome "Rhapsody of Fire", ainda continuará
aparecendo o nome "Thundercross", que é o
resultado de um album demo chamado "Lands of Immortals"...

O album "Lands of Immortals" foi lançado em 1994
quando a banda de metal sinfônico Rhapsody ainda era conhecida como
"Thundercross". Essa demo ajudou o Rhapsody a conquistar
o seu primeiro contrato com a gravadora Limb Music Products & Publishing.



* Fabio Lione - Vocal
* Luca Turilli - Guitarra
* Alex Staropoli - Keyboard
* Alex Holzwarth - Bateria
* Patrice Guers - Baixo

Um pouco sobre a banda:

Em 1997 o Rhapsody of Fire lançou seu álbum de estréia,
The Legendary Tales, com o nome Rhapsody. Os co-fundadores
da banda Luca Turilli e Alex Staropoli criaram um som épico
para essa obra, incorporando elementos da música clássica,
música barroca e heavy metal. Tal estilo foi chamado
"Hollywood metal" ou "metal trilha sonora", pela sua semelhança com trilhas
sonoras. As influências clássicas incluem compositores como Vivaldi,
Bach e Paganini (a música "The Wizard's Last Rhymes",
do álbum Rain Of A Thousand Flames, inclusive, tem base na Sinfonia
do Novo Mundo, de Antonín Dvořák).

Nos anos seguintes Turilli e Staropoli reuniram-se a
Fabio Lione no vocal, desenvolvendo um novo som com os álbuns
Symphony of Enchanted Lands (1998), Dawn of Victory (2000),
Rain of a Thousand Flames (2001) e Power of the Dragonflame (2002).
Escreveram peças como "Emerald Sword", baseada no folclore da Rússia
e com elementos da música celta.

Turilli é o letrista da banda assim como guitarrista.
Suas letras referem-se geralmente a elementos místicos de eras medievais,
enfatizando a luta entre o bem e o mal.

De Dawn of Victory a Power of the Dragonflame a bateria da banda
foi tocada por Thunderforce. Havia um debate sobre se o baterista
era uma máquina, mas na realidade era o pseudônimo de um músico que
não poderia ser creditado por razões contratuais. Alex Holzwarth,
que já estava tocando com a banda em apresentações, foi listado como
integrante oficial em tais lançamentos. O músico grava oficialmente
com a banda desde The Dark Secret.

Christopher Lee esteve envolvido no último projeto, narrando parte da
história. O álbum Symphony of Enchanted Lands II - The Dark Secret foi
lançado em 2004.

A banda produziu o single The Magic of the Wizard's Dream em 2005,
contando com novas versões para "The Magic of the Wizard's Dream",
uma das mais populares canções de
Symphony of Enchanted Lands II - The Dark Secret.
Ela foi retrabalhada em quatro diferentes línguas, a saber:
inglês, alemão, italiano e francês.

Em julho de 2006 a banda mudou o nome de Rhapsody para
Rhapsody of Fire devido a problemas legais. Em 25 de setembro
do mesmo ano a banda lançou o álbum Triumph or Agony na Europa.



O nome é Luca Turilli. A idade: 16. Foi quando começou a tocar guitarra,
e logo desenvolveu uma imediata fascinação por solos rápidos e neoclássicos,
e treinou adaptando o trabalho de compositores clássicos na guitarra.
Mas mais do que destruir nas cordas, Luca compunha músicas e tinha escrito
várias peças barrocas e medievais, que gostava de incluir como introduções ou
passagens em suas canções épicas/speed. Seu desejo irrevogável, desde o começo,
é escrever uma ópera para guitarra & orquestra.

Chamam-no Alex Staropoli. Criativo e versátil tecladista, Alex ama alternar
sons atmosféricos com interlúdios e fugas clássicas.
Adora orquestrações e polifonias e sonha em tocar um autêntico órgão de tubos.



Luca e Alex se conheciam desde jovens, e se haviam semelhanças entre estes
dois, elas ficaram ainda maiores quando se juntaram em 1993 para formar uma
banda chamada Thundercross. A eles juntou-se o baterista Daniele Carbonera,
vindo da banda italiana Street Shadows. E assim batalharam durante muito tempo
por - como se diz - "um lugar ao sol". Ao longo dos anos, alternaram-se vários
baixistas e vocalistas, parecendo quase impossível de se achar a pessoa certa para
ocupar os lugares citados. Entretanto, os diversos problemas enfrentados pelo trio
não os impediu de continuar batalhando pesado em escrita, gravação, ensaios,
shows ao vivo e promoção da banda. Desde o começo via-se que o
mundo estava lidando com músicos de alta competência e profissionalidade.



Em 1994, gravaram a demo "Land of Immortals", composta de 4 músicas,
com o vocalista Christiano Adacher.
Mas foi apenas em 1995, numa pequenina cidade italiana, que Luca,
Alex e Daniele deram o passo decisivo à frente, embora, na época, não
aparentasse. Resolveram mudar o nome de Thundercross para Rhapsody.

No interlúdio: aos 17 anos, ele começou a cantar, e nos anos seguintes
aprendeu a modular sua voz em modos diferentes. Alternava o clássico
estilo heavy (especialmente com vozes semitonadas) com uma voz mais
profunda, atmosférica. Ao estudar canto lírico, alcançou seus excelentes
níveis de interpretação. O nome é Fábio Lione, e sua banda era a Labyrinth.
Nessa época, uma curiosidade: Fabio usava o pseudônimo Joe Terry
quando se apresentava em palco. De qualquer modo, em 91, Fabio já deixava a
Labyrinth para formar a banda Athena, na qual permanece até hoje.



A primeira demo da Athena veio em 92, quando na banda havia duas guitarras,
sem teclados. Em 95, o primeiro álbum intitulado "Inside The Moon" foi lançado,
mas Fabio não participou, pois na época das gravações pegou labirintite.

Ao mesmo tempo (em 95), o Rhapsody continuava seu caminho, trabalhando duro.
Nessa época, a line-up era composta por Luca Turilli (g), Alex Staropoli (keyb),
Daniele Carbonera (d), Christiano Adacher (v) e Andrea Furlan (b).

No mesmo ano, a demo "Land of Immortals" de 94 chega aos ouvidos
do empresário alemão Limb Schnoor da Limb Music Products & Publishing,
que faz uma proposta para a banda. É claro que os caras aceitaram a oferta
e fizeram uma parceria com a LMP.



Isso fez com que a banda imediatamente percebesse que precisavam de
mais promoção para o trabalho do grupo e entraram no estúdio Bargas
Livars em Triste, na Itália em janeiro de 95, onde gravaram e mixaram
sua primeira demo sob o nome Rhapsody, intitulada "The Eternal Glory"
com sete (7) músicas. Na verdade, a demo era composta das 4 músicas
da "Land of Immortals" mais 3 novas composições. As músicas:

1. Invernal Fury (4:38) - A canção falava da majestosa e mística beleza do
inverno, quando a neve cai e o vento frio sopra pela floresta, sussurrando sabedoria.

2. Warrior of Ice (4:10) - A besta surgira nas terras da mágica Algalord.
Apenas ideais positivos de amor e luz poderiam confrontar a força maligna
do mal trazida à terra. A coragem deve prevalecer - que a luta comece...

3. Tears at Nightfall (1:14) - Quando a noite cai, mais um dia se passou.
À a luz do luar, ambos sentimentos de melancolia e esperança por um mundo
melhor se fundem.

4. Alive and Proud (6:02) - A canção continua a saga de "Warrior of Ice",
enquanto a batalha das malignas hordas do inferno contra a alma forte do Bem continua.

5. Land of Immortals (5:45) - Para alcançar a sagrada "Terra dos Imortais",
devemos resistir aos soldados do mal numa cruzada sagrada, servindo as forças da luz até o fim.

6. Holy Wind (3:41) - A canção é dedicada ao vento. Seu toque gentil e suas
palavras macias enchem a alma com alegria e tem o poder de nos guiar à trilha do orgulho e bondade.

7. Eternal Glory (9:35) - Chamando de volta as Eras das Trevas,
esta música remonta o tema da

"batalha sagrada", mas tem seu clímax com o objetivo definitivo de
chegar até a terra da luz eterna.

Para satisfazer essa ambição, devemos seguir o caminho com o Anjo da
Vingança para trazer justiça onde o mau impera...

"Eternal Glory" tinha todas suas melodias creditadas a Luca e Alex Staropoli;
e as letras 100% creditadas a Luca Turilli. A mixagem foi assinada por Cristiane Stern
e pela própria banda, uma vez mais. Em março de 95 já haviam acabado todo o trabalho,
inclusive a capa (cujo conceito gráfico e idéias foram de Luca e Alex), que mostrava um
bonito cenário de um sol por detrás das nuvens num entardecer outonal.
A demo foi lançada no mesmo mês de Março de 95.

Entretanto, uma praga começava a parecer presente na banda. Assim como
bandas como o Iron Maiden sempre foram assombradas por constantes mudanças na formação,
o Rhapsody começava a, aparentemente, provar da mesma sina. Pouco depois de lançarem
"The Eternal Glory", Christiano e Andrea Furlan deixaram a banda.

Felizmente, os integrantes não desistiram e encararam isso como um desafio. E,
como às vezes o mau vem pra bem, certamente por obra divina, conheceram o extraordinariamente
talentoso Fabio Lione que se destacara por cantar em duas das melhores bandas de metal na Itália:
Labyrinth e Athena. Com a visão à frente, os músicos viram em Fabio a possibilidade de se
tornarem realmente uma potência no cenário metálico mundial.

Com Fabio no grupo, a banda já estava pronta para mandar bala, e com a ajuda de Limb
Schnoor como empresário, viajaram para os Gate-Studios em Wolfsburg na Alemanha (!)
em outubro de 96 para gravarem seu novo petardo.

O período de gravação se estendeu até Junho de 97, quando partiram para a
mesa de mixagem, que foi ocupada por Sascha Paeth (guitarrista do Heaven's Gate).
Aqui é o ponto para deixar claro a familiaridade e bom relacionamento entre bandas:
o Gate-Studios, em Wolfsburg, na Alemanha, foi o mesmo estúdio que o Heaven's Gate
usou para gravar o álbum "Planet E.", cujo processo de gravação perdurou de março
até Julho de 96. Três (3) meses antes do Rhapsody chegar pra fazer a sua parte.
O "Planet Earth" foi mixado pelo próprio Sascha Paeth, que já produziu até o "Angels Cry",
do grupo brasileiro Angra; e pelo Miro. No processo de mixagem das gravações do Rhapsody,
sentaram-se à mesa de mixagem, novamente Sascha Paeth e Miro.
Vale lembrar que os teclados

no "Planet E." foram feitos tanto por Sascha, como pelo próprio Miro.

E "Legendary Tales" foi o nome escolhido para representar
um dos maiores discos de metal

melódico de todos os tempos. Chega a ser necessário começar
um novo parágrafo

para se falar desse maravilhoso debute.



Com R. Limb Schnoor como Produtor Executivo; Sascha e Miro como técnicos de som
e 'mixadores', o álbum foi um sucesso estrondoso nos quatro cantos do mundo.

Submergindo ainda mais nas curiosidades do disco:

A música do Rhapsody nasceu essencialmente da união de dois elementos:
a paixão por música clássica, medieval, renascentista, gótica, folk; e a paixão
pelas "Eras das Trevas", as lendas antigas e o mundo de fantasia.

Bach, Vivaldi, Paganini, Mozart e muitos outros de mesmo nível influenciaram
fortemente os dois compositores Luca e Alex em seus "crescimentos musicais"
e isso é claramente audível em muitas músicas do "Legendary Tales", enriquecido
por muitos interlúdios barrocos e clássicos originais, que, como foi dito no começo,
são uma marca registrada de Staropoli.

Todas essas composições no CD são tocadas por instrumentistas de verdade,
o que era uma meta importante para a banda.
As partes medievais e renascentistas são todas tocadas por flautistas de verdade
(inclusive, são tocadas pelo irmão de Alex Staropoli, o Manuel Staropoli,
um artista de orquestra da liga Européia), cravos de verdade, violoncelos de
verdade e por aí vai... e tudo isso dá à música um incrível impacto emocional.
Para se ter uma idéia da complexidade do disco, uma série de músicos profissionais
foram convidados: como backing vocals no disco, apareceram Thomas Rettke
(vocal do Heaven's Gate), Robert Hunecke, Miro, Wolfgang Herbst, Ricky Rizzo,
Fabio Lione (claro!), Luca Turilli, Alex Staropoli, Cinzia Rizzo e Tatiana Bloch.
No violino solo, Anne Schnyder era quem dava conta do recado; e no restante da
"equipe das cordas" estavam: Helia Davis (como violino base), Oliver Kopf (viola),
Paul F. Böhnke (violoncelo), André Neygerfind (contrabaixo); além do quê, quem
ocupou o baixo no disco foi o próprio Sascha Paeth e algumas partes foram gravadas
por Robert Hunecke. Os violões/guitarras acústicas e os bandolins (!)
também foram gravados por Sascha Paeth

Bem... em função de alcançar um resultado de profundo impacto como esse,
Luca e Alex naturalmente preferiram escalas menores em suas composições,
mas isso em geral se aplica aos solos e linhas vocais, tornando-se freqüentemente
dramáticas e evocativas.

Outro aspecto importante do Rhapsody é as seções
de solo, usualmente longas,

nas quais Luca e Alex podem elevar-se em
seus instrumentos, produzindo interlúdios

rápidos e neoclássicos: um verdadeiro desafio entre
guitarra e teclado. Dito isto,

eles ainda deixam bastante espaço para melodia,
uma parte essencial nas composições

da banda. Luca e Alex preferem harmônicas menores
e escalas diminutas para as fugas e,

como eles mesmos disseram, "uma voz nunca é o
bastante", resultando em várias guitarras

harmonizadas e sincronizadas assim como acontece
ao fundo de uma orquestra sinfônica.

Cravos, violinos, órgãos e coros podem ser ouvidos
freqüentemente apoiando o teclado

e licks de guitarra.

O amor de Luca pela música folk do Oeste Europeu também
é audível. Ele adora compor

melodias ao estilo Russo e Húngaro e em suas próximas
composições, tentará expandir esse

amor para a "música do mundo", inserindo melodias de várias culturas
(todas originais, naturalmente), incluindo a da Itália.

Outro aspecto importante da música, é o feeling extremamente positivo com que a banda
deseja se comunicar com seus ouvintes. Para obter tal resultado, o Rhapsody usa um tipo
de música mais bombástica que por um lado nunca foi ouvida no metal melódico, com vários
coros para sublinhar a mensagem que teria e poderia ser feita para atingir um tipo de nirvana;
o orgulho em ser um homem como uma reflexão do positivismo do cosmos; o triunfo do amor
no relacionamento; resistindo às forças do mal, pela salvação das terras encantadas, as terras
de heróis reais, heróis de ontem, hoje e amanhã... os únicos por que valem a pena a Mãe Terra
dar a eles o que dá. Mas os horizontes mágicos, os crepúsculos sagrados, as florestas encantadas,
as montanhas sagradas e cachoeiras selvagens devem ser defendidas porque a ameaça está sempre
presente e os ventos do caos podem começar a soprar a qualquer momento...

Este é o conceito mais importante a respeito das letras de Luca, que, em "Legendary Tales",
criou um "mundo de fantasia real" que será o ponto de início para as músicas a serem incluídas
em álbuns subseqüentes.

A escuridão ameaça as terras nas cercanias de Algalord.
Apenas um "guerreiro de gelo"

("warrior of ice"), como contam as profecias, será capaz de chegar até a
"espada Esmeralda"

("Emerald sword"), uma poderosa arma de força positiva.
Ele será guiado em sua aventura pela

"sabedoria dos reis" ("wisdom of the kings"), apoiado pelas árvores sagradas da floresta encantada,
a "Floresta dos Unicórnios" ("Forest of Unicorns"). A hora chegou, as "chamas da vingança"
("flames of revenge") estão queimando a toda. Ele precisa levar seu bravo exército a uma épica cruzada.
A aliança precisa ser feita... e o tempo está se esgotando..!

Temas similares formarão as bases para as letras do próximo álbum, intitulado
"Symphony of Enchanted Lands", no qual o conto de Elgard, Algalord e Lancelot continuam...

É sobre tudo isso o que fala o fabuloso "Legendary Tales", cujas músicas foram escritas
por Luca Turilli & Alex Staropoli. As letras e conceito de Algalord foram escritos por Luca Turilli.
O conceito da capa foi do Rhapsody; e o desenho teve como responsável Eric Philippe, da Bélgica.
O design de capa (adaptação do desenho ao encarte) foi feita pela Kohlbecher & Partner Digital Design,
de Hamburgo. As roupas que os integrantes usaram na sessão de fotografias para o encarte e
promoção do disco foram desenhadas por Fabio Feroce, e as fotos foram tiradas por Karsten Koch, em Hanôver.

O álbum, com dez (10) músicas, foi finalmente lançado em Outubro de 97. O sucesso alcançado
foi tão estapafúrdio, que alguns reviews feitos por revistas de metal na Europa chegaram a virar de
ponta cabeça. Carl Frederick, do zine on-line Battle Hymns chegou a escrever um review dizendo
que não acreditava no que tinha ouvido, e que teve que escutar o álbum mais de três vezes para
conseguir escrever alguma coisa. Nota dada: 10. A Fox Metal Magazine, da Bélgica deu 9 pontos
de 10. A BREAK OUT da Alemanha; a ROCK STYLE da França; a Powerplay do Reino Unido...
todas deram nota máxima ao disco. A ROCK HARD número 127 da Alemanha deu 8,5 de 10 pontos.
Frode Øien, da revista Scream número 38 da Noruega deu 6 pontos de 6. Giedrius Slivinskas, da Edge
Of Time, da Lituânia, também deu nota máxima ao disco (5 pontos de 5). A HEAVY, ODER WAS!?
da Alemanha deu 11 pontos de 12. Andreas Schöwe, da Metal Hammer # 11 da Alemanha deu 7 pontos de 7.
E as notas máximas não param por aí. Fulvio Trinca Colonel, da Flash Magazine, na Itália chegou
a ir mais longe, dando 130 pontos de 100!!!!!

Logo depois de tão egrégio sucesso, a banda já começava a compor novo
material afim de entrar em estúdio o quanto antes. Enquanto a imprensa se descabelava
com o "Legendary Tales", os músicos já se preparavam para outro álbum. Entretanto,
infelizmente, os músicos ainda não tinham um baixista fixo, e Sascha Paeth não poderia
tocar baixo nas gravações para sempre. Então, depois de vários testes, finalmente acharam
o competentíssimo Alessandro Lotta, ex-Sinesthesia, que ocupa o lugar até agora.

De posse do membro que faltava, o Rhapsody adentra uma vez mais as portas do já consagrado
Gate-Studios em Wolfsburg, Alemanha, em Maio de 98, levando cerca de um mês para gravar tudo.
O novo disco foi novamente produzido por Sascha Paeth e Miro, e todas as músicas (melodias),
linhas vocais, interlúdios clássicos foram compostos exclusivamente por Luca Turilli e Alex Staropolli,
os dois cabeças da banda. As letras, uma vez mais, junto com o conceito da 'Saga de Emerald Sword'
é de autoria de Mr. Turilli; e os arranjos orquestrados de Alex Staropoli.

Na verdade, é bom abrir um parêntese por aqui para falar um pouco sobre o papel de Luca e
Alex dentro da banda em relação ao resto dos companheiros. Em entrevista à revista de
rock brasileira Rock Brigade número 139, Luca foi bastante claro em relação ao que pensa
ao afirmar hirsuto que ele "...e Alex somos os líderes absolutos do grupo, todas as músicas
do Rhapody nascem e nascerão somente de nossas mãos. Nós criamos as linhas vocais,
as partes de baixo, escrevemos as partituras, arranjamos as partes orquestradas, etc.
Não queremos ter, de forma alguma, outras cabeças pensando na banda, pois
nunca aceitaria incluir em nosso som partes musicais escritas por terceiros...".
Pois é. Humilde ou não, está claro que a fórmula do Rhapsody deve-se
principalmente às duas cabeças liderantes do grupo, Turilli e Staropoli.

Mas, voltando à parte discográfica da coisa, assim como no primeiro álbum,
"Symphony of Enchanted Lands" foi gravado inteiramente com instrumentistas
de verdade para continuar com a intensidade emocional e atmosférica do primeiro
trabalho da banda, objetivo que atingiram muito bem. Entre os convidados especiais
na participação do coro, estavam Thomas Rettke, Robert Hunecke, Miro, Ricky Rizzo,
Cinzia Rizzo, Tatiana Bloch, Davide calabrese, Michele Mayer, Giuliano Tarlon, Cristiano
Adacher (sim, o primeiro vocalista do Rhapsody!), Manuel Staropoli (o irmão de Alex Staropoli),
Fabio Lione, Alex Staropoli, além de Luca Turilli. Para os vocais barrocos femininos na faixa título,
foi recrutada Constanze Vaniyne. O narrador das partes faladas ficou por conta de Sir Jay Lansford;
a bateria marchante teve como encarregado Erik Steenbock. Na equipe de cordas estão:
Ulrike Wildemhof, Almut Schlicker, Stefanie Hölk, Friedrick Bauer, além de Matthias Brommann
encarregado do violino solo. As violas ficaram à mercê da equipe formada por Marie-Theres Strumpf,
Cosima Bergk e Jan Larsen. O violoncelo por Hagen Kuhr, o contrabaixo ficou por conta de
Andre Neygenfind; e a viola da gamba (!) por Class Harders. Violões, bandolins
e balalaicas tocados por Sascha Paeth.

A concepção ideológica do disco é basicamente a continuação da Saga de Algalord,
do guerreiro da luz lutando até o fim pela justiça e bondade. O encarte, como no primeiro
disco, coloca o ouvinte na própria Algalord, com seus desenhos fantasiosos de terras
distantes e vindouras à lá Tolkkien.



O conceito de capa foi - como de praxe - do Rhapsody, e a arte de capa foi obra de Eric Philippe,
da Bélgica, uma vez mais. O Design foi feito (também novamente) pela Digital Design, de Hamburgo.
As roupas foram de design de Fabio Feroce, e as fotos tiradas por Karsten Koch, em Hanôver,
igualmente ao feito no primeiro petardo do grupo.

E assim vão. Com o sucesso estrondoso que atingiram com o primeiro trabalho, a imprensa enlouqueceu
de vez com o segundo petardo. E se a Flash Magazine, da Itália, tinha dado nota 130 de 100 para a banda,
no álbum posterior, ela foi além e a nota dada foi simplesmente... "um voto desumano"...!!!!

Bem, infelizmente parece que teremos que esperar um pouco para podermos ver o Rhapsody ao vivo,
já que Luca afirma que os palcos, por enquanto, estão fora de cogitação, não tanto pela complexibilidade
e dificuldade de se reproduzirem os trabalhos intrincados já feitos pela banda, mas pela forma física um tanto
"despreparada" de Turilli...

De qualquer modo, enquanto o mundo vira de ponta-cabeça com o 'epic symphonic metal',
como o próprio Luca definiu, o grupo incansável já se prepara para compor, gravar, mixar, produzir e
lançar o novo álbum, por enquanto ainda sem qualquer novidade a respeito.

...E se você é um daqueles que ainda se atormenta com a dúvida cruel de não saber se prefere ouvir
Bach ou Angra, escute Rhapsody... um metal épico sinfônico de qualidade irrefutável...!!
E pode ter certeza: igual a esse você não vai achar nunca.
Enviado por anonymos...


Argeu Bernardo de Andrade

Formação

* Fabio Lione - vocal
* Luca Turilli - guitarra
* Dominique Leurquin - guitarra
* Patrice Guers - baixo
* Alex Holzwarth - bateria
* Alex Staropoli - teclado

Ex-integrantes

* Cristiano Adacher - vocal
* Andrea Furlan - baixo
* Alessandro Lotta - baixo
* Daniele Carbonera - bateria

Narradores convidados

* Sir Jay Lansford
* Christopher Lee

Discografia

Discografia de Rhapsody of Fire

Álbuns de estúdio

* Legendary Tales (1997)
* Symphony of Enchanted Lands (1998)
* Dawn of Victory (2000)
* Rain Of A Thousand Flames (2001)
* Power of Dragonflame (2002)
* Symphony of Enchanted Lands II - The Dark Secret (2004)
* Triumph or Agony (2006)

EP

* Rain of a Thousand Flames (2001)
* The Dark Secret (2004)

Compactos

* "Emerald Sword" (1998)
* "Holy Thunderforce" (2000)
* "The Magic of the Wizard's Dream" (2005)

Álbuns ao vivo

* Live In Canada 2005 – The Dark Secret (2005)

Compilações

* Tales from the Emerald Sword Saga (2004)

Demos

* Land of Immortals (1994)
* Eternal Glory (1995)

DVD

* Visions From The Enchanted Lands (2007)

Participações especiais

* The Keepers of Jericho part I (faixa 1) (2000)




Fonte de Pesquisas:

Rhapsody

Rhapsody of Fire

Baixe Músicas da banda no Nosso Skydrive

Aces High Maxi Single é um EP

Uma Simples Explicação Sobre Esse EP
Aces High Maxi Single

No dia 3 de Setembro de 1984 é lançado Powerslave,
um dos álbums mais completos de toda a discografia da banda.
Powerslave trouxe ao mundo uma das maiores turnês de rock,
The World Slavery Tour
, que durou de 1984 até o final de 1985.

Um ciclo de mais de 300 apresentações em 28 países, inclusive o Brasil,
no dia da abertura do Rock In Rio, ao lado de Queen e Whitesnake,
com um palco simplesmente inacreditável. Como resultado da turnê,
o grupo lançou um álbum duplo ao vivo qualificado somente como
excepcional:


Live After Death. Está tudo lá, desde o início da carreira
até Powerslave, com uma platéia enorme, totalmente
fanática por Maiden. O disco foi gravado em Long Beach,
Califórnia, EUA, entre os dias 14 e 17 de março.
A versão inglesa ainda continha músicas gravadas em
Londres
, no lendário Hammersmith Odeon.

Esse primeiro registro ao vivo da banda marcou época, sendo
considerado um dos mais importantes do gênero.

Uma observação importante:



Aces High Maxi Single

Entre Powerslave e Live After Death,
há um EP intitulado Aces High Maxi Single,
que contém cinco músicas, entre os três covers,
uma versão devastadora de "
Cross Eyed Mary"
do Jethro Tull.

Eu Tenho Esse EP Que Foi Resultado
de Uma Turner do Iron Maidem, no Ano
de Live After Death em 1985, Que é
Um Disco Ao Vivo Do Maiden.


Muitos Fãs Que Não Conhece Esse Trabalho
As Vezes Pesam Que o
"Aces High Maxi Single"
é o Disco Oficial do The Number Of The Beast.


click to comment

o Lançamento da Época Era o
"Powerslave" de 1984, Que é Nesse
Que Está A Faixa "Aces High"
e "Aces High Maxi Single"
Lançado em 1985 Que é
Visto Como Um "EP"

O Trabalho é Uma Super Raridade Por
ter Faixas Que Não Se Encontra em Outro
Disco do Iron Maiden!!!!


Aleyster Crowley Bernardo de Andrade


Conheça Mais Sobre O Iron Maiden na Página do Fã

click to comment

Baixa As Músicas do
Aces High Maxi Single
no Meu
SkyDrive

Abraços e Sucesso!!!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

BIANCA - 1980 = A Verdadeira, Por Onde Anda????


Vou Pra Casa Rever os Meus Pais(Os Tempos Mudaram) - Bianca


BIANCA - 1980 = A Verdadeira
Bianca (Ituiutaba) é uma cantora brasileira.



( Aleyster Crowley Bernardo de Andrade )


Eu Também Sou Ligado Na Bianca, Primeiro Porque Meu Maior Sonho Era, Ter Uma Mulher Com O Mesmo Estilo de Comportamendo Ao da Bianca... e Segundo Porque Adoro Rock, e Tratando de Raizes e Manter Acervo Histórico, A Bianca é Uma Pérola de Nossa Música.


Despontou para o sucesso no fim de 1979, ainda
em sua adolescência,
com um compacto simples
que trazia as músicas Os Tempos Mudaram

(O Que Me Importa) e Vou Pra Casa Rever
Os Meus Pais,
versão de A Little More Love.
Posteriormente, gravou outras baladas

de sucesso, como Minha Amiga e Agora Chega.
As canções falavam de
rebeldia, crise existencial
e Beatles, mas nada autoral.


Em 1980, com seu primeiro LP, conquista
elogios da crítica e
popularidade,
principalmente entre os jovens.

A gravadora RGE foi
responsável pela
produção do disco e da carreira de Bianca,
que
costumava cantar em programas
como Chacrinha, Sílvio Santos,

Bolinha e Globo de Ouro.

Fazia fotonovela nas revistas, almoçava

com os artistas e cantava muito no rádio.
Desapareceu do cenário

musical em meados da década de 80.


Seu verdadeiro nome era Cleide (nada comercial).
Era crooner de banda em sua cidade quando foi descoberta pelo cantor
e compositor Cléo Galante, depois de vê-la cantar e tocar guitarra,
que então a levou para São Paulo e apresentou à RGE.
Ela tinha apenas 14 anos ao ser descoberta.

Obs.: Existem Rumores de Que A Cantora Bianca
Morreu de
Overdose Há Alguns Anos Atráz,
Mas Por EnQuanto Nada Disso é Oficial...!

Outra Observação: Recentemente Foi
Postado Nessa
Postagem Aqui da Bianca,
Nesse Blog No Dada NET,
O Comentário de uma Fã da Cantora Bianca, Que Diz O Seguinte: 2008-12-21 23:04:22 "Ao contrário do que disseram, q Bianca morreu de overdose anos atrás, ela está viva e mora em uma cidade do interior do Ceará,chamada Piquet Carneiro, casada e é integrante de uma banda de forró (Destak do forró)." Continuando a Nossa Conversa, Então A Bianca...!!!! Minha Gente Está Vivíssima, Se Alguem Tiver Mais Informações Sobre Nossa Musa do Rock, Por Favor Nos Ajundem, e Quando Deixarem Seus Comentários, Por Favor Deixem Um Email, Seu Link de Uma Página da WEB e Seu Nome Que Divulgaremos Aqui... Agradeço A Todos Cométários Recebidos...


A Cantora Bianca Ainda Tem Legiões de Fãs Espalhado Pelo Brasil.

Capa do LP de 1980

Algumas Informações Sobre Bianca Através de Seus Fãs.


BIANCA: UMA CANTORA DA ERA PRÉ-PITTY

Por Josué Ribeiro:

Pesquisador musical e colecionador de obras raras
dos anos 70 e 80. Gosto de música bem feita e
principalmente da poesia na letra. Aprecio os estilos
Blues, Jazz e tudo que for popular. Sou contra qualquer
tipo de preconceito com a música, mas defendo que a
música deve ter no mínimo, bom gosto.

Que não ofenda as pessoas e que possa ser ouvida na presença
de uma criança. Música é cultura, a música pode ser um
meio para contar a história de um país.


Com sua guitarra elétrica, ela foi como roqueira,
o retrato da geração que vibrava na transição dos anos 70 para os anos 80.




Para quem tem mais de 35 anos, ela foi a cantora adolescente
que se fez passar por uma rebelde da sua geração. Para quem
tem menos, entenda como história da música popular do Brasil.
Ela despontou para o sucesso no final de 1979, com um compacto simples
que trazia as músicas “Os Tempos Mudaram” (o que me importa) e
“Vou Pra Casa Rever Os Meus Pais”, versão de A Little More Love.

Na contramão do sistema das gravadoras, que apostavam em cantores
adolescentes sim, mas em trio, quarteto e pacatos. Tinha A Patotinha,
As Melindrosas e a inglesinha romântica Nikka Costa, mas com
Bianca foi diferente. Ela foi a Pitty daquele tempo.

Em 1980, com seu primeiro LP, conquista elogios da crítica
e popularidade, principalmente dos jovens. Cantava em programas
como o de Chacrinha, Sílvio Santos, Bolinha e Globo de Ouro.
Fazia fotonovela nas revistas, almoçava com os artistas no
programa do Aérton Perlingeiro e cantava muito, no rádio.

A gravadora RGE foi responsável pela produção do disco e
da carreira de Bianca, que no seu primeiro LP, já contou com um
repertório apropriado para a sua idade de 16 anos.
Puxado pelas músicas conhecidas do compacto, o LP
tem ainda, além das versões (muito comum na época),
as composições Tempos Difíceis, um blues de Gilliard,
pode acreditar (jovem como ela na época, poucos
anos a mais do que ela) e Comentários A Respeito de John,
do cearense Belchior.



A música Minha Amiga, ficou na memória das jovens mais românticas.
O mais puro retrato da geração perdida, para não dizer alienada.
O disco tem produção artística de Hélio Eduardo Costa Manso,
produtor de quase todos os cantores da época, que pertenciam a RGE.
Na ficha técnica do disco, não consta o nome de Bianca como guitarrista,
o que leva a crer que ela não era de fato, uma guitarrista,
fazia pose apenas. Mas isso não importante. Bianca entra no
cenário musical fazendo diferença num tempo em que Gretchen cantava
(com sucesso) de costas e que a geração do rock nacional ainda
não tinha mostrado sua cara. Falava de rebeldia, crise existencial
e Beatles, mas nada autoral. Solta a voz afinada no disco e nos
tempos antigos, tinha ótima presença de palco.


Infelizmente foi atropelada pela Blitz do
Evandro, que tinha mais a ver com
a geração daqueles primeiros anos da década de 80.
Se ela gravou outro LP,
não teve grande repercussão, pois ninguém sabe
ninguém viu, nem o disco,
nem ela. Porém o disco é recomendado para
quem quer entender a confusão
musical que foi o final dos anos 70, que
depois de ser varrido pela discoteca,
ritmo que dissipou o bolerão (que ainda persistia agonizando)
e fez até os mais tradicionais (Luiz Gonzaga, Ângela Maria,
Jair Rodrigues etc...)
entrar na onda. Se você encontrar o disco de
Bianca dando sopa por aí _o que é muito difícil,
pois quem tem não se desfaz_ não hesite em comprá-lo.

É muito bom de ouvir.

Bianca é mineira, de Ituiutaba. Seu verdadeiro nome é Cleide
(que não podia ser nome de roqueira). Foi crooner de banda
na sua cidade e descoberto pelo cantor e compositor Cléo Galante,
que depois de vê-la cantar e tocar guitarra, levou a mesma para
São Paulo e apresentou a RGE, quando ela tinha apenas 14 anos.


P.s: se alguém souber do paradeiro da cantora,
peço por favor me informarem, preciso entrevistá-la.
Ouvir sua versão da história como cantora.


*ALM DISSE:
Sábado, 28 de Julho de 2007

tenho boas recordações da Bianca, estudei
com ela no colegio polivalente de Ituiutaba,
eram duas garotas que tocavam violão naquela
época Cleide ( Bianca) e Ednelza ( brutalmente assasinada )
elas faziam a festa com o violão eram pessoas de diferentes personalidades Bianca menos extrovertida e Ednelza
mais extrovertida, moro ainda em Ituiutaba mas não
tenho noticias da Bianca, tenho amigos que eram bem
próximo a ela vou procurar noticias e logo estarei
esclarecendo se ela esta viva ou morta. até mais.


*Tom Morais DISSE:
Domingo, 16 de Setembro de 2007

Olá Josué Ribeiro!

Encontrei seu blog e fiquei contente de saber
que você conhece um pouco sobre a carreira
da cantora Bianca.

Meu nome é Washington e sou parceiro do Gilliard,
tivemos uma música gravada neste LP da Bianca,
do ano de 1980. Trata-se de "Tempos Difíceis".
Sei que ela chegou a gravar um segundo LP
independente, afastou-se um pouco da carreira
artística, deve ter se casado, e a última informação
que obtive, mas não posso dar certeza, é que o
marido dela faz parte de uma banda musical e
ela voltou às atividades musicais.


Um abraço,

Tom Morais

tommorais@hotmail.com



*Usuário Anônimo DISSE:
Domingo, 10 de Fevereiro de 2008

Puxa vida, pela falta de informação sobre a Bianca,
18 comentários antes do meu, é praticamente um fã clube.
Entrei numa comunidade de Ituitaba e uma contemporânea
nossa se prontificou a procurar notícia sobre essa nossa "ídala",
espero que esses comentários sobre sua morte não sejam
verdadeiros, encontrei um vídeo no youtube, de uma apresentação
dela em um programa, se alguem quiser ver, entre em contato.
Gostaria também de receber as suas músicas em meu e-mail. Quando
tiver notícias, posto aqui novamente.


*Usuário Anônimo DISSE:

Parece que a menina Bianca, no auge de sua carreira,
final dos anos 70, era uma quase-ainda-criaçnça.
Todos são unânimes em dizer que ela nunca tinha
tido um namorado. Ou seja: a menina era virgem,
com toda a pose de roqueira e guitarrista.



Pra vocês verem que, nos anos 70, até cantoras de sucesso,
como Miss Lene e a própria Bianca ainda não
haviam iniciado sua vida sexual. Miss Lene e Bianca eram
adolescentes ainda. Era a época da disco music,
embora Bianca apostasse mais em um perfil (fake?)
de roqueira. Até a Rosana se lançou nesta época
cantando disco music. Mas ao contrário de Bianca
e Miss Lene, Rosana já era adulta, fazia o
gênero gostosona e já tinha tido vários parceiros
sexuais. Bianca era uma roqueira
sem sexo e drogas. Inacreditavelmente



Baixar 18 Músicas da Bianca

01- OS TEMPOS MUDARAM
02 - SOU LIVRE
03 - TUDO DAVA CERTO
04 - CORRENDO DA CHUVA
05 - MINHA AMIGA
06 - COMENTÁRIOS A RESPEITO DE JOHN
07 - MINHA MANEIRA
08 - OH SUZIE
09 - VIVA O ROBOT
10 - SOMOS AMIGOS
11 - VOU PRA CASA REVER OS MEUS PAIS
12 - IGUAL A VOCÊS
13 - SEMPRE CONTENTE
14 - NÂO TENHA MEDO
15 - TEMPOS DIFÍCEIS
16 - LEMBRANDO OS RAPAZES DE LIVERPOOL
17 - OS TEMPOS MUDARAM/VOU PRA CASA
18 - FAZ DE CONTA


Fonte: http://musicapopulardobrasil.blogspot.com

http://extra.globo.com/blogs/musicapopular/

As Fotos Foram Tiradas do Acervo
Pessoal de Júlia de Brasília
Uma Fã da Cantora Bianca Situada no Orkut


Argeu California Seixas - Bernardo de Andrade

BELEZA PURA, VALEU....
Muito OBRIGADO, VAMOS DAR UMA
FORÇA A ESTA REDE SOCIAL...

http://fanclubnovacaliforniaseixas.ning.com/

CONHEÇA MEU ESPAÇO NO
Fan Club - Nova California Seixas
APROVEITE E FAÇA O SEU
TAMBÉM Abraços e Sucesso!!!!!!!!!!!

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